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Osasco de volta ao topo nacional


Final Copa Brasil 2018 

Vôlei Nestlé 3x0 Dentil Praia Clube 
 
Tandara Fabíola

No post anterior, disse que o maior obstáculo para o Praia Clube chegar ao primeiro título nacional era ele mesmo. Pois me enganei. O Vôlei Nestlé foi uma barreira muito maior.

É bem verdade que o Praia não se ajudou em alguns momentos (comentaremos logo a seguir), mas quem deu o primeiro passo para encurralar o time mineiro e quem manteve o ritmo agressivo a partida inteira foi o Osasco. Não dá para menosprezar o mérito da equipe paulista, que destruiu sem pena o sonho mineiro e voltou a levantar uma taça nacional depois de quatro anos. 
 
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A estratégia de saque e defesa foi aplicada com uma disciplina raramente vista no Osasco. O time anulou logo de cara a Fê Garay, principal saída de ataque mineira. Além disso, foi muito superior
ao Praia no cuidado, na qualidade da armação e no aproveitamento dos contra-ataques.

Assim como contra o Sesc, o ataque esteve muito bem distribuído entre todas as jogadoras. Leyva finalmente conseguiu nesta Copa Brasil deslanchar no ataque – e ainda contribui no bloqueio nesta final. Vale ressaltar, no entanto, que a peruana foi pouco pressionada no saque pelo Praia.

Mari e Tássia cobriram a Leyva na recepção, mas o Praia foi muito pouco agressivo e preciso no saque para mexer com a linha de passe paulista. Não soube explorar as intersecções entre Mari e Leyva e quando conseguia desestabilizar o passe do Osasco, não aproveitava as oportunidades.

É que o Praia se melindrou tanto no primeiro set que não houve jeito de “sair da toca” no restante da partida. Perdeu a lucidez junto com a confiança. Não conseguiu sair da marcação do Osasco e tampouco ameaçou o adversário seriamente. No terceiro set houve uma pequena reação, conquistada mais na marra do que na técnica e, exatamente por isso, acabou por não se sustentar por muito tempo. 
 
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Uma pena que o Praia tenha deixado escapar esta oportunidade de conquistar seu primeiro título nacional. Era um bom aquecimento para a Superliga. Não só por causa da derrota, mas pela forma como foi, é inevitável que se questione se este time terá condições de vencer o campeonato nacional.

É um choque na confiança da equipe. Traz de volta aquela imagem da temporada passada, do time que sente o peso da decisão e que não sabe ser vencedor - apesar de ter sido concebido, da comissão técnica ao grupo de jogadoras, para ser campeão.

Por outro lado, a vitória do Osasco pode ser um ponto da virada para a equipe do Luizomar no restante da SL. O time que entrou em quadra nestas duas partidas da Copa do Brasil pouco lembrou o inconstante e "Tandaradependente" que disputa a SL.

Finalmente o Osasco usou e usou bem todos os recursos que tem à disposição. Claro que faltaram adversários que testassem mais a concentração e as fragilidades da equipe. Mas o importante é que a postura agressiva, traduzida principalmente pelo saque, e a aplicação tática fizeram jus ao potencial que tem em mãos.

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