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DinheiramaNews: Candidatura Alckmin perde apoio no PSDB


DinheiramaNews: Candidatura Alckmin perde apoio no PSDB

Agora você confere as principais notícias de 20/05/2018, domingo.

Questionamento sobre viabilidade da candidatura Alckmin cresce no PSDB

O presidenciável Geraldo Alckmin enfrenta o momento mais difícil de sua pré-campanha, com crescente questionamento interno no PSDB sobre a viabilidade de sua postulação.

Se as dúvidas são colocadas publicamente por antigos aliados como o DEM, elas agora agitam o caldeirão tucano de rumores. Mas parece questão de tempo até algum peessedebista externar o que se diz reservadamente entre apoiadores e céticos da candidatura Alckmin: ele vai até o fim?

O próprio ex-governador paulista já deu uma resposta prévia em eventos nesta semana, dizendo que as avaliações são precipitadas.

Alckmin afirma que a campanha de fato só começará quando se iniciar o horário gratuito de TV, em agosto.

O estopim aparente da manifestação foi a pesquisa CNT/MDA que mostrava um retraimento nas suas intenções de voto de quase 10% para 5%.

Reunião nesta semana examinou uma grande pesquisa qualitativa apontando que o eleitor médio identifica o tucano com a política tradicional que hoje é encarnada no poder por Michel Temer (MDB), ou seja, altamente impopular.

O debate sobre como mudar isso é inconclusivo, não menos porque Alckmin mantém sua posição de “jogar parado”.

Alguns aliados na cúpula tucana pregam a adoção de um figurino mais agressivo.

Polemizar com o nome que lhe tira votos à direita, Jair Bolsonaro (PSL), é uma opção, mas isso teria de ser feito de forma a não alienar todo o eleitorado do deputado.

Como existe um mar de votos hoje em branco à espera de rede de pesca, estimados de 20% a 30% do eleitorado, outra ideia tem a ver com a piora dos indicadores econômicos e a recente disparada do dólar, que assusta a classe média.

Como fez Fernando Henrique Cardoso em 1998, apresentar Alckmin como o único capaz de enfrentar a crise pode ser uma linha de ação.

Brasil criou 115.989 empregos em abril, abaixo da média histórica do mês

O Brasil criou 115.898 postos de trabalho com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Trata-se do melhor resultado para o mês em cinco anos.

Quando o País cria vagas de trabalho significa que as contratações superaram as demissões no mês. O número de abril superou as 56.151 vagas abertas em março, mas ficou dentro das expectativas de economistas, que esperavam criação de 115 mil postos novos no mês passado. O resultado apurado está abaixo da média histórica de abril, que é de 122,4 mil.

Para o economista Cosmo Donato, da LCA Consultores, no entanto, o dado “não empolga” pois o mês de abril costuma ser mais forte no mercado de trabalho. Ele calcula que, ao excluir os chamados efeitos sazonais, foram geradas somente 20 mil vagas formais, menos do que os 29 mil gerados em março.

Para Donato, a confiança baixa continua inibindo retomada forte da atividade e consequentemente do mercado de trabalho, principalmente por conta da incerteza eleitoral. “Não sabemos quem vencerá a eleição tampouco temos a garantia de que o vencedor, caso seja reformista, vá adotar as medidas necessárias”, avalia.

O presidente Michel Temer, por outro lado, comemorou o resultado e fez uma análise diferente: “É inquestionável. Tivemos cerca de 115 mil empregos de carteira assinada criados em abril. Os defensores da crise perderam. O otimismo voltou”, disse o presidente.

Para conter alta do dólar, BC fará atuação extra no câmbio na segunda-feira

Com o objetivo de tentar conter a alta do dólar, o Banco Central anunciou que reforçará sua atuação no câmbio na próxima segunda-feira (21).

Segundo nota divulgada pela autoridade monetária, serão ofertados 15 mil contratos adicionais de swap cambial no leilão realizado entre 9h30 e 9h40.

A operação equivale à venda de dólares no mercado futuro. Como cada contrato vale US$ 50 mil, a venda totalizará US$ 750 milhões nessa intervenção extra.

O BC já vem realizando a chamada rolagem cambial, através da qual renova operações antigas e evita um aumento ainda maior da demanda por dólar.

A autoridade monetária afirmou ainda que poderá rever os montantes a serem vendidos e realizar outras atuações, se necessário.

Em nota, a autoridade monetária disse ainda que sua atuação no mercado cambial é separada da política monetária.

“O Banco Central reitera que eventuais impactos de choques externos sobre a política monetária são delimitados por seus efeitos secundários sobre a inflação (ou seja, pela propagação a preços da economia não diretamente afetados pelo choque). Esses efeitos tendem a ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas e projeções de inflação ancoradas nas metas.”

------ Este artigo foi escrito por Redação Dinheirama. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

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